RÁDIO GAÚCHA ALERTA OUVINTES SOBRE FEBRE AMARELA
O objetivo da ação é alertar o público sobre a doença, explicando quais as formas de combater o mosquito transmissor, as áreas de risco e a incidência da doença no Rio Grande do Sul.
Os textos foram produzidos a partir de informações fornecidas pela Secretaria Estadual da Saúde e Ministério da Saúde.
PROIBIDA VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS EM ESTRADAS
A decisão do governo inclui bebidas que contenham em sua composição concentração de 0,5 Gay Lussac, como cervejas e vinhos. O governo também enviou para o Congresso um projeto de lei, em regime de urgência, que restringe a propaganda dessas bebidas. Se aprovado, a propaganda desses produtos só poderá ser veiculada de 21h às 6h.
Elaborado pelo Ministério da Saúde, o texto do projeto altera o conceito de bebida alcoólica e, para efeito de propaganda, inclui cervejas, ices, cooler, vinho e champanhe. Até hoje, a lei considerava bebida alcoólica aquelas com concentração superior a 13 Gay Lussac.
Os proprietários de bares e restaurantes que descumprirem a decisão do governo e venderem bebidas nas rodovias federais a partir de fevereiro terão que pagar multa diária de R$ 1,5 mil. Se reincidirem, esse valor dobra e o acesso ao estabelecimento, pela rodovia, será suspenso durante dois anos.
Pela MP, os bares e restaurantes localizados em rodovias estarão obrigados a fixar avisos comunicando a proibição. Se não o fizerem, serão multados em R$ 300. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) irá fiscalizar os estabelecimentos. No pacote que enviará ao Congresso com medidas para reduzir a violência no trânsito, o governo vai incluir a redução da tolerância de álcool para o motorista, que hoje é de seis decigramas, quantidade que equivale, em média, a três latas de cerveja. Elaborada pela PRF, a proposta prevê que o nível de álcool aceito caia para dois decigramas, o equivalente a uma lata de cerveja.
Dados do Ministério da Justiça revelam que um terço dos motoristas vítimas de acidentes de trânsito apresenta taxa de álcool dentro do limite atual. Para a Polícia Rodoviária, essa quantidade ainda é alta.
- O teor do álcool na corrente sanguínea baixa muito rápido, mas no cérebro, não. Ou seja, a pessoa pode não apresentar taxa de álcool alta, mas o comportamento é de uma pessoa que bebeu. Ele passa no teste do bafômetro, mas não tem condições de dirigir - disse o coordenador de Controle Operacional da Polícia Rodoviária, José Roberto Soares.
Outro projeto a ser enviado aos parlamentares é o que atualiza os valores das multas.
